Iriam poder dizer o quanto já sentei e chorei por aquilo de que a certeza me faltava...
Poderiam narrar-lhe histórias das quais eu era a protagonista.
Também poderiam dizer quantas e quantas vezes gritei pelo seu nome, querendo apenas preencher esse vazio que me aperta no peito.
E ainda! Toda vez que eu me via assombrada pelo medo, conversando com a solidão, pensando nos erros...
Ah!... se essas paredes falassem... Saberiam descrever os dias em que chovia, e os dias em que tudo transbordava.
Contariam que elas e a amargura sabem meus mais intimos segredos.
Conhecem meus pecados mais ocultos, meus desejos mais singelos, os vícios mais vis... Todos os defeitos de um degradante ser humano."
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluir